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Artigo

Principais Ensinos de John Piper: A Vida Cristã

John Piper 09 de Outubro de 2018 - Vida Cristã

Irmãos, cumpre-nos dar sempre graças a Deus no tocante a vós outros, como é justo, pois a vossa fé cresce sobremaneira, e o vosso mútuo amor de uns para com os outros vai aumentando, a tal ponto que nós mesmos nos gloriamos de vós nas igrejas de Deus, à vista da vossa constância e fé, em todas as vossas perseguições e nas tribulações que suportais, sinal evidente do reto juízo de Deus, para que sejais considerados dignos do reino de Deus, pelo qual, com efeito, estais sofrendo; se, de fato, é justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que vos atribulam e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder, quando vier para ser glorificado nos seus santos e ser admirado em todos os que creram, naquele dia (porquanto foi crido entre vós o nosso testemunho). Por isso, também não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé, a fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em vós, e vós, nele, segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo (2Ts 1.3-12).

Eu preguei neste texto no último domingo de 1985. Mal sabia eu que estava descobrindo nos versículos 11 e 12 os fundamentos do que se tornaria uma das nossas mais práticas e importantes marcas teológicas dos trinta anos, a saber, viver pela fé na graça futura. Então, o que eu gostaria de fazer aqui é resumir esses dois versículos e depois detalhar o que significa viver pela fé na graça futura e como a fé na graça futura se torna o canal do poder de Deus em sua vida.

7.1 Oito coisas cruciais a serem vistas em 2 Tessalonicenses 1.1-12

Há oito coisas absolutamente cruciais para serem observadas na oração de Paulo.

1. O chamado de Deus

Primeiro, há o chamado de Deus. Versículo 11: “Para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação”. Esse chamado é o nosso glorioso destino no reino e na glória de Deus. É o que Paulo diz em 1 Tessalonicenses 2:12: “Exortamos, consolamos e admoestamos, para viverdes por modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e glória”. Seu chamado é para possuir o reino de Deus e compartilhar a glória de Deus, como veremos um pouco mais adiante.

2. Ser feito digno

Em segundo lugar, há o nosso ser feito digno do chamado de Deus. Versículo 11: “que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação”. Ser digno não significa ser merecedor. Significa ser adequado, apropriado ou adaptado por causa do valor de outro. Então, nós diríamos, eu preciso arrumar esta sala porque a Rainha da Inglaterra vai ficar conosco e a sala precisa ser feita digna de sua majestade. Precisa ser apropriada, adequada e adaptada. Ela não decidiu vir porque A sala é linda. A sala deve ficar linda porque ela está vindo. Assim, estamos nos tornando adequados para nosso chamado para o reino e glória de Deus.

3. Cumprimento de boas resoluções

Terceiro, há o cumprimento de boas resoluções. Versículo 11: “Para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade”. A vida cristã é uma vida de resolução, planejamento, propósito e intenção. Temos mentes e vontades e Deus espera que as usemos para formar resoluções, planos e propósitos, de acordo com a vontade dele. Essas resoluções devem ser cumpridas. Mas como?

4. Cumprido pelo poder de Deus

Essa é a quarta coisa: pelo poder de Deus. Versículo 11: “Por isso também rogamos sempre por vós, para que o nosso Deus vos faça dignos da sua vocação, e cumpra todo o desejo da sua bondade, e a obra da fé com poder”. Se nossas resoluções fossem cumpridas pelo nosso poder, obteríamos a glória. Mas será claro em apenas um momento que Deus pretende obter a glória pelo cumprimento de nossas boas resoluções. Então ele as cumpre pelo seu poder, não pelo nosso. Portanto, nosso dever é aproveitar o poder dele. Como?

5. Viver pela fé

Essa é a quinta coisa: pela fé. Versículo 11: “Para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé”. Quando Deus realiza uma boa resolução, torna-se uma obra de fé, porque o meio pelo qual recebemos o poder de cumprir a resolução e transformá-la em um ato é fé. Assim, o ato, a obra ou a ação é chamado de “obra de fé” ou “ato de fé” ou “ação de fé”. Então, do lado de Deus, a resolução tornou-se um ato pelo poder de Deus. E do nosso lado a resolução se tornou uma ação pela fé — fé naquele poder. Pela fé, confiamos em Deus para o poder de cumprir a resolução e, por esse poder, através dessa fé, a resolução tornou-se um ato ou obra, uma obra de fé. Este pecado foi derrotado. A justiça foi realizada, porque nós olhamos para longe de nós mesmos para Deus e todos os seus efeitos poderosos em nossas vidas.

6. Jesus é glorificado

A sexta coisa a ver neste texto é que o nome de Jesus é glorificado quando o poder de Deus cumpre nossas resoluções e pela fé as transforma em ações. Versículo 12: “A fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em vós”. Isto é, Deus cumpre as nossas resoluções pelo seu poder através da nossa fé, para que o nome de Jesus seja glorificado. Isso pressupõe que o poder de Deus está vindo para nós por causa de Jesus. Porque Jesus morreu por nós, o poder de Deus agora não é contra nós, mas por nós. Então, quando esse poder nos permite transformar nossas resoluções em atos de amor, Jesus e o Pai recebem a glória.

7. Nós somos glorificados nele

Em sétimo lugar, não somente Jesus é glorificado em nós, mas nós somos glorificados nele. Versículo 12: “A fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em vós, e vós, nele”. Em outras palavras, à medida que Jesus glorifica si mesmo ao adquirir o poder de Deus para se tornar digno de nosso chamado, nós também estamos sendo glorificados. E chegará o dia em que esse processo lento neste mundo será completado num piscar de olhos, e nós “seremos salvos para não mais pecarmos”. Este é o chamado para o qual estamos sendo feitos dignos e adequados.

8. É tudo de graça

Finalmente, em oitavo lugar, todo esse processo de sermos feitos dignos de nosso chamado e de cumprirmos nossas boas resoluções e fazermos boas obras pela fé no poder de Deus, é “segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo”. Versículo 12: “A fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em vós, e vós, nele, segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo”. Tudo foi feito por graça. O poder de Deus que vem a nós, momento a momento, cumprindo nossas resoluções nas obras de fé é o poder da graça.

Agora deixe-me juntar as oito partes na ordem em que elas realmente acontecem. Paulo concluiu com o fundamento de tudo — a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo. Vamos começar com a fundação e construir a estrutura da vida cristã com essas oito partes. Se você é cristão, esta é a sua vida.

Tudo começa com e é construído sobre a graça de Deus. Essa graça é expressa no poder de Deus para com seus filhos. Veja o versículo 11: “com poder”. Esse poder gracioso que Deus exerce para com seus filhos é apropriado, recebido, aproveitado pela fé. A maneira como experimentamos o poder de Deus é confiando nele para ser tudo o que precisamos para que as boas resoluções se tornem ações de fé.

O efeito desse poder, quando confiamos nele, é cumprir nossas resoluções para o bem e transformá-las em atos, ações, que ele chama de obras de fé. Assim, a vida do cristão é vivida pela fé. O cristianismo não é uma religião de força de vontade.

Nós desejamos coisas, fazemos resoluções, planejamos, formamos propósitos. Mas quando nos comprometemos com nossas vontades para agir, olhamos para Deus. E nós o valorizamos, amamos e confiamos nele que o poder será dado para cumprir a resolução.

7.2 Um panorama da vida cristã

Desta forma, então, somos feitos dignos de nosso chamado. Uma vida de obediência dependente de Deus é uma vida apropriada ou adequada para nosso chamado ao reino e glória de Deus. E isso sendo feito digno é o primeiro estágio em nosso ser totalmente glorificado em Cristo e Cristo ser totalmente glorificado através de nós.

Então, quando você se afastar e olhar para esses dois versículos, eles são um incrível panorama da vida cristã e do significado da existência. Tudo flui da graça gratuita de Deus em Cristo. E tudo está se movendo em direção à mais completa glória de Deus em nós e através de nós. E entre a fundação da graça e a meta da glória há o poder da graça que chega diariamente às nossas vidas através da fé, transformando as resoluções diárias e os planos e propósitos em atos de fé, e nos ajustando para a glória. Viva esses versículos!

Essa é a sua vida como cristão. Diariamente, de hora em hora, você deve mergulhar no fluxo da graça de Deus para o despertar para o cumprimento de suas boas resoluções, de modo que à medida que você se torna cada vez mais digno de seu chamado — adequado para seu reino e glória — Jesus recebe mais e mais glória em sua vida.

7.3 O que isso significa para o dia a dia

Agora, deixe-me recuar e extrair desses dois versículos — esta incrível imagem da vida cristã — o que quero dizer com a marca teológica de trinta anos de viver pela fé na graça futura. Porque o que quero dizer está bem aqui explícita ou implicitamente.

Graça, no Novo Testamento, como vimos, não é apenas a disposição de Deus para fazer o bem a nós quando não o merecemos — favor imerecido. É também um poder de Deus que age em nossas vidas e faz coisas boas acontecerem em nós e para nós. Paulo disse que cumprimos nossas boas resoluções “pelo seu poder” (versículo 11). E então ele acrescenta no final do versículo 12: “segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo”. Esse poder que realmente opera em nossas vidas para tornar possível a obediência que exalta a Cristo é uma extensão da graça de Deus.

Você pode ver isso também em 1 Coríntios 15.10: “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo”. Portanto, a graça é um poder ativo, presente, transformador e que permite a obediência.

Portanto, esta graça, que concede o poder de Deus a você em um momento no tempo, é passada e é futura. Já fez algo por você ou em você e, portanto, é passada. E está prestes a fazer algo em você e por você, e assim é futura — tanto cinco segundos de distância quanto a cinco milhões de anos de distância.

A graça de Deus está sempre caindo através da cachoeira do presente a partir do inesgotável rio da graça que vem do futuro para o sempre crescente reservatório da graça no passado. Nos próximos cinco minutos, você receberá uma graça sustentadora fluindo para você a partir do futuro, e acumulará outros cinco minutos de graça no reservatório do passado.

 

7.4 Por que devemos ser gratos

A resposta adequada à graça que você experimentou no passado é gratidão — um espírito profundamente humilde e transformador em si mesmo. E a resposta adequada à graça prometida a você no futuro é a fé. Somos gratos pela graça passada e estamos confiantes na graça futura. É aqui que obtenho a ideia de fé na graça futura. É disso que Paulo está falando em 2 Tessalonicenses 2.11-12. Cumprimos nossas boas resoluções pelo poder da graça, chegando a segundo por segundo, à medida que confiamos em Deus para isso, com base na obra de Cristo. E assim vivemos nesses momentos pela fé na constante chegada da graça futura.

Não é errado dizer que confiamos na graça passada — como a graça que Deus nos mostrou na cruz e em nosso novo nascimento — mas o que queremos dizer com isso é: Nós acreditamos que por causa desses atos de graça passada — a cruz e o novo nascimento — um rio de graça futura nunca deixará de fluir para nós por toda a eternidade.

Acabei de ler esta semana em minhas devoções: “[Cristo] pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7.25). Cristo morreu por nós e vive por nós. E porque a sua morte é um resgate perfeito e a sua vida é totalmente providencial, a graça nunca deixará de fluir para nós. Portanto, confiar na graça passada significa tirar dela confiança na graça futura.

Assim, embora nossa fé esteja fundamentada em atos decisivos de graça redentora do passado, a maneira pela qual a fé trabalha momento a momento para transformar nossas boas ações em atos de pureza e amor (paciência, bondade, mansidão, bondade, fidelidade, autocontrole) é olhando para cima e para frente para a fonte infinita da graça que vem até nós através de um rio de promessas para cada momento do dia. Vivemos pela fé no poder sempre presente da graça futura.

7.5 A fé em Jesus significa ser satisfeito nele

Aqui está outro aspecto dessa marca teológica de trinta anos. Quando falamos de fé — fé na graça futura — queremos dizer estar satisfeitos com tudo o que Deus promete ser para nós em Cristo. Jesus disse: “O que crê em mim jamais terá sede” (Jo 6.35). Em outras palavras: acreditar em mim significa receber-me como aquele que satisfaz a sede de sua alma. Estar satisfeito com tudo o que Deus promete ser para nós em Cristo.

A fé não é apenas um assentimento sério à verdade das promessas de Deus, é também um abraço satisfatório de Cristo nessas promessas. Quando Paulo diz: “Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus” (Filipenses 3:8), ele quer dizer que a cada momento e todas as situações Cristo o satisfaz. “Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4.11-13).

Paulo está “contente” — satisfeito — em todas as circunstâncias. Como? Porque ele aprendeu um segredo. O que? “Eu aprendi a confiar nele para me fortalecer momento a momento”. “Tudo posso naquele que me fortalece”. A graça futura de tudo o que Deus é para mim em Cristo, chegando a todos os momentos da minha vida, em todas as circunstâncias, para cada necessidade, é suficiente. Isso satisfaz. Eu estou contente. É isso que queremos dizer com fé na graça futura.

Então, quando Paulo diz em 2 Tessalonicenses 1.11 que Deus cumpre nossas boas resoluções pelo seu poder através de nossa fé de acordo com sua graça, ele quer dizer que derrotamos o pecado e fazemos o que é justo pela fé na graça futura, isto é, estando satisfeitos com tudo o que Deus promete ser para nós em Cristo nos próximos cinco minutos, cinco semanas, cinco meses, cinco anos, cinco décadas, cinco séculos e cinco milhões de eras.

7.6 Seis exemplos das promessas de Deus em sua vida

1. Se você resolve em seu coração doar sacrificial e generosamente, o poder de Deus para cumprir esta determinação virá a você enquanto confia em sua graça futura na promessa: “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Fp 4.19). E a promessa: “O que semeia com fartura com abundância também ceifará” (2Co 9:6). E a promessa: “Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra” (2Co 9.8).

2. Se você resolve em seu coração devolver o bem pelo mal, o poder de Deus para cumprir essa determinação chegará a você enquanto confia em sua graça futura na promessa: “Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus” (Mt 5.11-12).

3. Se você resolve em seu coração renunciar à pornografia, o poder de Deus para cumprir essa determinação chegará a você enquanto confia em sua graça futura na promessa: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mt 5.8). “[É melhor] que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno” (Mt 5.29). Muito melhor. Maravilhosamente melhor. Plena e satisfatoriamente melhor.

4. Se você resolve em seu coração falar em nome de Cristo quando a oportunidade chega, o poder de Deus para cumprir esta determinação chegará a você enquanto confia em sua graça futura na promessa: “E, quando vos entregarem, não cuideis em como ou o que haveis de falar, porque, naquela hora, vos será concedido o que haveis de dizer” (Mt 10.19).

5. Se você resolve em seu coração arriscar sua vida, ministrando aos necessitados em um lugar perigoso, o poder de Deus para cumprir esta determinação virá a você enquanto confia em sua graça futura na promessa: “o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fp 1.21). “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo. Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados” (Mt 10.28-30).

6. Se você resolve em seu coração convidar alguns para o jantar que não puderem recompensá-lo, o poder de Deus para cumprir esta determinação chegará a você enquanto confia em sua graça futura na promessa: “Serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos” (Lc 14.13-14).

Por isso, Deus aumenta nossa fé diária em sua graça futura inexaurível, comprada com sangue e que exalta a Cristo!

 

Tradução: William Teixeira.

Revisão: Camila Rebeca Teixeira.

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