Neste trecho adaptado de Servo arbítrio: a escravidão da vontade, Martinho Lutero responde às objeções de Erasmo sobre a relação entre a soberania de Deus, a graça e a responsabilidade humana. Ao examinar textos como Mateus 5, João 1 e Romanos 2, Lutero argumenta que as promessas, recompensas e advertências das Escrituras não exaltam o livre-arbítrio, mas revelam a necessidade absoluta da graça divina. O reformador demonstra que o Reino de Deus é recebido como herança dos filhos de Deus, e não conquistado por mérito humano. Este texto permanece relevante por ajudar os cristãos a compreenderem como a soberania de Deus sustenta, e não elimina, a responsabilidade humana.
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Neste trecho adaptado de Servo arbítrio: a escravidão da vontade, Martinho Lutero apresenta uma defesa contundente da justificação pela fé e da absoluta suficiência da graça de Deus para a salvação. Examinando especialmente os argumentos de Paulo em Romanos 3 e 4, Lutero demonstra que nenhum mérito humano pode contribuir para a aceitação do pecador diante de Deus. Em seu debate com Erasmo, o reformador expõe a incompatibilidade entre a doutrina bíblica da graça e qualquer confiança no livre-arbítrio como fundamento da salvação. Este texto continua relevante por apontar os cristãos para Cristo como a única esperança de justiça diante de Deus.
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