quinta-feira, 9 de julho

Editora Fiel

A Editora Fiel tem como missão publicar livros comprometidos com a sã doutrina bíblica, visando a edificação da igreja de fala portuguesa ao redor do mundo. Atualmente, o catálogo da Fiel possui mais de 250 títulos de autores clássicos da literatura reformada, como João Calvino, Charles Spurgeon, Martyn Lloyd-Jones, bem como escritores contemporâneos, como John MacArthur, R.C. Sproul e John Piper. Além dos livros impressos, a Editora Fiel disponibiliza alguns livros eletrônicos gratuitos para a comunidade online.

A soberania de Deus, o livre-arbítrio e a responsabilidade humana

Neste trecho adaptado de Servo arbítrio: a escravidão da vontade, Martinho Lutero responde às objeções de Erasmo sobre a relação entre a soberania de Deus, a graça e a responsabilidade humana. Ao examinar textos como Mateus 5, João 1 e Romanos 2, Lutero argumenta que as promessas, recompensas e advertências das Escrituras não exaltam o livre-arbítrio, mas revelam a necessidade absoluta da graça divina. O reformador demonstra que o Reino de Deus é recebido como herança dos filhos de Deus, e não conquistado por mérito humano. Este texto permanece relevante por ajudar os cristãos a compreenderem como a soberania de Deus sustenta, e não elimina, a responsabilidade humana.

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A graça não divide a glória

Neste trecho adaptado de Servo arbítrio: a escravidão da vontade, Martinho Lutero apresenta uma defesa contundente da justificação pela fé e da absoluta suficiência da graça de Deus para a salvação. Examinando especialmente os argumentos de Paulo em Romanos 3 e 4, Lutero demonstra que nenhum mérito humano pode contribuir para a aceitação do pecador diante de Deus. Em seu debate com Erasmo, o reformador expõe a incompatibilidade entre a doutrina bíblica da graça e qualquer confiança no livre-arbítrio como fundamento da salvação. Este texto continua relevante por apontar os cristãos para Cristo como a única esperança de justiça diante de Deus.

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O endurecimento do coração de Faraó

Neste trecho de A escravidão da vontade, Martinho Lutero responde às objeções de Erasmo acerca da soberania de Deus e do endurecimento do coração de Faraó. Argumentando a partir das Escrituras, especialmente Romanos 9, Lutero defende que a salvação e a condenação não podem ser compreendidas à parte da vontade soberana de Deus. Ao confrontar a confiança humanista no livre-arbítrio, ele reafirma a centralidade da graça divina na conversão do pecador. Uma reflexão profunda sobre a natureza humana caída, a eleição e a autoridade da Palavra de Deus.

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