Neste trecho de A escravidão da vontade, Martinho Lutero responde às objeções de Erasmo acerca da soberania de Deus e do endurecimento do coração de Faraó. Argumentando a partir das Escrituras, especialmente Romanos 9, Lutero defende que a salvação e a condenação não podem ser compreendidas à parte da vontade soberana de Deus. Ao confrontar a confiança humanista no livre-arbítrio, ele reafirma a centralidade da graça divina na conversão do pecador. Uma reflexão profunda sobre a natureza humana caída, a eleição e a autoridade da Palavra de Deus.
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