Neste trecho adaptado de Servo arbítrio: a escravidão da vontade, Martinho Lutero apresenta uma defesa contundente da justificação pela fé e da absoluta suficiência da graça de Deus para a salvação. Examinando especialmente os argumentos de Paulo em Romanos 3 e 4, Lutero demonstra que nenhum mérito humano pode contribuir para a aceitação do pecador diante de Deus. Em seu debate com Erasmo, o reformador expõe a incompatibilidade entre a doutrina bíblica da graça e qualquer confiança no livre-arbítrio como fundamento da salvação. Este texto continua relevante por apontar os cristãos para Cristo como a única esperança de justiça diante de Deus.
Continue LendoO endurecimento do coração de Faraó
Neste trecho de A escravidão da vontade, Martinho Lutero responde às objeções de Erasmo acerca da soberania de Deus e do endurecimento do coração de Faraó. Argumentando a partir das Escrituras, especialmente Romanos 9, Lutero defende que a salvação e a condenação não podem ser compreendidas à parte da vontade soberana de Deus. Ao confrontar a confiança humanista no livre-arbítrio, ele reafirma a centralidade da graça divina na conversão do pecador. Uma reflexão profunda sobre a natureza humana caída, a eleição e a autoridade da Palavra de Deus.
Continue LendoNascido escravo
Lutero considerou a doutrina da escravidão da vontade como a pedra angular do evangelho e o verdadeiro alicerce da fé cristã. Em Nascido Escravo, um resumo de sua obra suma, “A Escravidão da Vontade”, temos uma refutação clara e definitiva dos argumentos em favor do livre-arbítrio apresentados por Erasmo em …
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